Entrada do PS do Hospital do Campo Limpo, na rua Teresa Mouco de Oliveira, esquina com a Estrada de Itapecerica |
O relato sobre o caso do Ronaldo foi feito por Vera Doras dos Santos, sua namorada. A Vera tinha me dado um depoimento sobre os serviços dos postos de saúde que utiliza e sabia que eu estava atento aos problemas dessa área. Na quinta-feira, dia 26, ela me procurou para contar o que acontecia com o Ronaldo. Estava indignada com o que vira na noite em que visitou o namorado. "Ele está num quarto com várias pessoas. As funcionárias anotam as coisas num papel toalha, dizendo que é mais fácil fazer registros assim. Dois homens entraram baleados, com todo mundo olhando. É um caos, e o Ronaldo não sabe quando vai sair de lá". Eu disse para ela que poderia fazer uma visita ao Ronaldo. "Vai lá, ele está com um celular, dá para tirar umas fotos. E quem sabe não resolvem o problema dele".