Dois dias depois de reclamar no posto, a agente de saúde passou na minha casa. Porém, não pude recebê-la. Estava com pressa para sair para o trabalho. Combinei com ela que voltasse na quarta-feira de manhã. Continuarei indo ao posto de saúde da Vila para dar prosseguimento às consultas médicas que pretendo fazer. O que houver de interessante e importante para a reportagem, relatarei aqui. Mas agora, focarei nas histórias de outros personagens, pacientes e cidadãos que buscam socorro para problemas de saúde nos serviços públicos e privados da cidade. A reportagem entra em fase de prospecção de gente que tenha boas histórias para contar.
A ideia desse trabalho não é colocar o repórter no centro da reportagem. Relato aqui minha experiência como paciente a título de comparação com outras histórias. Penso que, talvez, utilizando o serviço público de saúde, possa conhecer melhor o seu funcionamento. Com a saúde privada já tive contato bem próximo. Fui conveniado da Cabesp, plano de saúde criado para atender os funcionários do Banespa, como meu pai Carlos.
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